Sua estreia, no dia 3, em Ananindeua, na Grande Belém, foi aguardada por ela com ansiedade e boa dose de nervosismo e resignação. “Me surpreendi muito com a reação do público. Foi muito positiva. Juro que esperava vaias, ovos e tomates em cima de mim”, confessa ela, que passou sem arranhões em suas primeiras apresentações, apesar de um grupo de fãs de Joelma ter gritado o nome da cantora.
Ainda nesta quinzena, a loura faz mais seis shows ao lado de Ximbinha, que está sendo uma espécie de guru da nova carreira. “Ele me fala para me manter firme, com a humildade intacta e sempre fiel à minha essência, à minha identidade artística”, conta Thábata, que tem se apresentado com muita roupa, ao contrário de seus looks anteriores, bem mais ousados: “Me aguardem! Vem figurino novo aí. Vou aparecer sexy sem ser vulgar”.
Por enquanto, Thábata diz que o assédio dos fãs não chega a ser ostensivo como era com Joelma na extinta Calypso - eles chegam a arrancar os cabelos da cantora paraense. “O público tem me recebido muito bem, é espantoso. Ainda não arrancaram nada meu”, conta a moça, que só não viu até agora a conta bancária crescer: “Ainda não estou ganhando dinheiro, não. Mas se Deus quiser, ele vai me proporcionar muito mais que a fama. Vai me dar o sucesso. Se for da vontade Dele, é claro”.
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